Você sabia que grandes líderes e pessoas de sucesso tem 8 traços em comum. Alinhando estes traços ao Coaching e ao Designer Thinking, criamos a Performance Inovadora. Garanta sua inscrição pelo link:
sympla.com.br/performance-inovadora__141040
Ou diretamente no IESF com Francisco Junior
terça-feira, 23 de maio de 2017
terça-feira, 9 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Criatividade e inovação
Criatividade e Inovação com Design Thinking https://www.linkedin.com/pulse/criatividade-e-inova%C3%A7%C3%A3o-com-design-thinking-francisco-junior
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Palestra: Performance Inovadora
Do Evento:
O método Performance Inovadora foi organizado visando a transformação de comportamentos para aqueles que almejam uma melhor desenvoltura no mercado de trabalho. Por meio de ferramentas poderosas potencializando sua competência, elevando valores como a capacidade de se renovar e superar desafios.
Instrutor: Francisco Júnior
Administrador de Empresas, Consultor de Empresas, professor de graduação e pós-graduação, experiência em gestão de pessoas utilizando a ferramenta de Design Thinking para Desenvolvimento da Criatividade e Inovação, Coaching Education, proatividade para elaboração de planos de ação e ferramentas da qualidade, elaboração de plano de marketing baseado nos princípios do marketing 3.0. Capacidade de organização baseada nas normas da ISO 9001, com formação na área de auditoria. Instrutor-facilitador de cursos voltados para a área de gestão de pessoas. Professor de Graduação nos cursos de Administração, Logística e Pedagogia.
Cronograma:
14:00 Abertura
14:30 Início da Palestra
16:00 Intervalo
17:30 Espaço para Perguntas
18:00 Encerramento
Quando: 27 de Maio de 2017, das 14h às 18h
Onde: Instituto de Ensino Superior Franciscano - IESF, localizado na Avenida 14 do Maiobão, próximo ao Farol da Educação.
Contato: (98) 988751362 (Whatsapp)
Acesse-nos em: https://www.facebook.com/superacon04/
Palestra com certificado.
Garanta sua participação acessando o link abaixo:
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Líder e o desenvolvimento do Capital Intelectual
8 em cada 10
empresas fecham em menos de 02 anos, 06 das 10 maiores empresas do país estão
envolvidas em corrupção. O que estes números têm em comum? Pessoas! Nada
acontece na empresa sem o envolvimento de pessoas, cuidar desta ferramenta pode
ser o diferencial que sua empresa precisa.
Ao longo dos
anos várias notícias estão circulando em jornais envolvendo corrupção,
negociações, sucesso e fracassos de marcas, por trás destas notícias estão
pessoas envolvidas direta ou indiretamente. É pensando neste envolvimento que o
líder precisa direcionar seus recursos para a melhoria do capital intelectual
de todos que estão envolvidos nos processos da empresa, neste artigo iremos abordar
alguns fatores que podem ser o diferencial de sucesso da empresa.
Peter Drucker,
em uma das suas brilhantes entrevistas, afirmou que um líder precisa ter 3
grandes marcas de sua liderança: Missão, Exemplo e Resultados, ao associar as
palavras de Drucker e o que estamos acompanhando nestes últimos anos, vemos que
muitos “lideres” estão se perdendo em sua missão, ou pior, não estão
conseguindo servir de exemplo aos seus liderados, e os resultados, por mais que
pareçam grandes conquistas, se transformam em caos e quebra de marcas que
levaram anos para conquistar mercado. Não podemos esquecer que estes
executivos, são pessoas, e como qualquer outro ser humano tem fragilidades e
podem se desviar daquilo que um dia foi seu objetivo maior. Às vezes, uma busca
desenfreada pelo poder, pode ocasionar um caminho sem volta, com consequências desastrosas
a ética e ao que Drucker chamou de missão do líder.
O ser humano,
desde de seus primórdios, tem demonstrado que a base de sua evolução está
concentrada no desenvolvimento do seu conhecimento. Alvin Toffler, afirma em
seu livro: A Terceira Onda, que a descoberta da terra como fonte de riqueza,
transformou a humanidade, os nômades para se proteger se alocaram em cavernas e
começaram a plantar e caçar para a sua sobrevivência, começa daí, então, o
processo de acúmulo de riquezas e busca pelo poder. O homem primitivo descobriu
que a força, com ajuda de algumas ferramentas, o tornavam mais respeitado pelos
demais membros, garantindo aos mesmos, algumas vantagens sobre os demais.
Toffler afirma que a segunda onda está concentrada na revolução industrial, que
mais uma vez modifica e transforma o modo de relacionamento das pessoas, porém,
até se concretizar, a revolução industrial sofreu influências de comportamentos
dos líderes pela busca de poder e acúmulo de riquezas. Estes comportamentos
tiveram influências no modo que as pessoas se relacionam até hoje, e tornando o
modo de evolução mais dinâmico e necessário para suprir suas necessidades. A
descoberta do conhecimento formal, escrito e o que este pode ajudar no
desenvolvimento das pessoas, fez com que a humanidade evoluísse e chegasse a
terceira onda, segundo Toffler, que é a Era da Informação.
O conhecimento
e o modo como este é transmitido, faz com que o líder tenha em suas mãos a mais
poderosa das ferramentas humanas para influenciar e fazer com os outros o
sigam. A tarefa é gerir esta fonte de riqueza na forma de trazer resultados
positivos e com isso evitar os desvios naturais que as pessoas podem cometer ao
longo de seu processo evolutivo. Como ser humano, o líder pode identificar as
necessidades de cada liderado e proporcionar ferramentas adequadas ao seu
desenvolvimento e assim fazer com que a empresa também se desenvolva. Para
muitos pensadores da administração, o capital intelectual é a principal riqueza
do homem, e sendo esta a mola propulsora do seu crescimento social, deve ser aprimorada
e valorizada de forma a atingir os resultados propostos pela instituição que o
mesmo está envolvido.
sexta-feira, 21 de abril de 2017
Análise de SWOT
Bastante conhecida no mercado, a análise
de SWOT é extremamente necessária para que o gestor tenha a visão dos ambientes
interno e externo da empresa. Porém, alguns pecam na hora da aplicação da
análise, outros têm a análise, mas não sabem fazer a interpretação dos dados
coletados. Montana e Charnov (2005), explicam que essa abordagem utiliza a
opinião dos executivos da organização para avaliar os pontos importantes do
planejamento. Para tanto, são realizadas entrevistas com os executivos e as
informações obtidas são agrupadas em uma matriz. Assim, considerarão que esses
executivos têm um entendimento abrangente da organização no que se refere aos
seus pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças.
Neste material estaremos apresentando
além dos conceitos da análise de SWOT, como aplicar corretamente e como montar
um plano de ação efetivo para a lucratividade da empresa.
Conceito
Principal:
É uma análise dos ambientes interno e
externo da empresa, relacionando os pontos fortes e pontos fracos de dentro da
empresa às oportunidades e ameaças existentes no mercado.
O termo “SWOT” vem de Forças (Strengths),
Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) e faz
referência ao que a empresa espera atingir a curto, médio e longo prazo,
atingindo o proposto em sua missão e visão, dentro de um planejamento
estratégico.
Antes de formular estratégias e
determinar como está a atuação da empresa, a análise de SWOT deve ser preparada
e executada de forma a possibilitar informações para que as ações da empresa
sejam efetivas, com isso, podemos seguir os passos para utilização da técnica
do SWOT, com base em Montana e Charnov (2005) e Oliveira (2004):
·
Criar uma lista
de executivos e funcionários-chave – A abordagem do SWOT utiliza a opinião dos
executivos e funcionários para inventariar questões importantes para a
organização. Baseia-se na suposição de que as metas e objetivos de uma empresa
são encontrados na mente de seus executivos. Por isso também é considerada uma
técnica de brainstorming.
·
Desenvolver
entrevistas individuais – As entrevistas são o formato viável para proceder ao
levantamento das informações junto aos executivos-chave. Nessa ocasião,
costuma-se usar uma sequência de itens para serem avaliados sob o ponto de
vista da empresa como oportunidades, ameaças, pontos fortes e pontos fracos.
Esse procedimento facilita a posterior classificação das respostas.
·
Organizar as
informações – A premissa básica para a organização das informações é a própria
estrutura SWOT, por meio de uma matriz. O que os entrevistados veem como bom em
suas operações atuais são os pontos fortes da empresa; o que eles veem como ruim
são os pontos fracos. O que eles veem como bom no ambiente externo em termos de
futuras operações são as oportunidades; o que eles veem como ruim são as
ameaças.
·
Priorização das
questões – A decisão de quais questões devem ter prioridade requer novamente o
envolvimento dos entrevistados. Desse modo, realiza-se o feedback entre
entrevistado e entrevistador e se obtêm o envolvimento de todo o grupo. Algumas
técnicas como GUT (Gravidade, Urgência e Tendência) podem ajudar nesta fase,
inclusive para definir a postura estratégica da empresa: sobrevivência,
desenvolvimento, manutenção, crescimento.
·
Definição das
questões-chave – De posse da matriz e das questões priorizadas é possível se
estabelecer o que deve ser feito. Nessa fase emerge a estratégia da
organização, portanto tem-se a condição de definir os objetivos da empresa para
um determinado período. Do ponto de vista da IC, podem ser identificas as
questões chaves (KIT - Key Intelligence Topics ou KIQ- Key Intelligence
Questions).
Análise
de Dados:
A análise de SWOT refere-se a compilação
de dados extraídos de diferentes ambientes e
configurados em indicadores que ajudam o
líder à tomada de decisão, as informações geradas pela análise destes
indicadores situa a empresa no ambiente analisado e faz com que o gestor
organize seus recursos para melhorar o está positivo e corrigir o se encontra
negativo.
Os indicadores estão convencionados a um
plano cartesiano que definem o posicionamento positivo (pontos fortes e
oportunidades) e negativo (pontos fracos e ameaças) da empresa conforme imagem
a abaixo.
Análise
Interna (Pontos Fortes e Pontos Fracos):
O que podemos considerar como pontos
fortes ou pontos fracos? Definir estes itens sem um parâmetro de análise pode
ser uma falha crucial para definir estratégias e planos de ação para o
atingimento do objetivo da empresa.
Vamos fazer um parâmetro dos principais
recursos internos e como devemos iniciar a análise de SWOT, primeiro entendendo
como estes recursos foram considerados como “principais”.
O termo sustentabilidade muito utilizado
nos dias atuais, nos remete a entender os principais recursos que a empresa
precisa analisar, pois sustentabilidade vem do entendimento dos pilares:
Infraestrutura, meio ambiente, financeiro e pessoas, onde estes precisam estar
alinhados para que a empresa esteja sustentável no mercado. Então, podemos
ajustar estes pilares a análise de SWOT analisando cada ambiente internamente e
externamente e fazendo a comparação com os padrões esperados.
A Infraestrutura faz referência a materiais,
máquinas, estrutura tangível e intangível da empresa. Deve-se então verificar:
·
Materiais:
Estoque, disposição, quantidade, uso adequado, entre outros.
·
Máquinas:
Manutenção, uso adequado, quantidade, disposição, entre outros.
·
Estrutura:
Limpeza, higiene, disposição, mobilidade, entre outros.
O mais importante recurso da empresa, é o
mais complexo de análise, Pessoas. Para análise deste recurso precisamos
verificar, principalmente, as competências existentes. Sabemos que a
competência é um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes, então
deve-se verificar:
·
Recrutamento e
Seleção (Selecionar pessoas com o perfil adequado a função);
·
Avaliação de
Desempenho (As ações foram efetivas? Os objetivos foram atingidos?)
·
Avaliação de
Competência (houve crescimento do capital intelectual?)
O recurso Meio Ambiente refere-se ao
ambiente que estão sendo executadas as ações da empresa. Para análise deste
ambiente deve-se verificar:
·
Salubridade
·
Condições de
trabalho
·
Impactos ao meio
ambiente causados pela empresa
O Financeiro é o recurso propulsor dos
outros recursos, portanto deve ser analisado:
·
Inadimplência
·
Índices de Retorno
de Investimento
·
Lucratividade
Análise
Externa (Oportunidades e Ameaças):
Para análise externa deve-se levar em
consideração os demais Stakeholders, Clientes, Governo, Mídias, Fornecedores,
Comunidade, Sociedade, entre outros. Para cada Stakeholder analisado deve-se
colocar indicadores específicos de suporte para entender o posicionamento da
empresa no mercado.
Para Porter, deve-se considerar cinco
fatores, as "forças" competitivas, que devem ser estudados para que
se possa desenvolver uma estratégia empresarial
eficiente. Porter refere-se a essas forças como microambiente, em contraste com
o termo mais geral macroambiente. Utilizam dessas forças em uma empresa que afeta a sua
capacidade para servir os seus clientes e obter lucros. Uma mudança em qualquer
uma das forças normalmente requer uma nova pesquisa (análise)
para reavaliar o mercado.
Vamos colocar os principais índices de
análise para alguns Stakeholders:
Clientes:
·
Análise de seus
requisitos
·
Pesquisa de
satisfação
·
Análise da
comunicação com o Cliente
Governo:
·
Impostos
·
Decisões de
mercado
·
Relacionamento
Mídias:
·
Relacionamento
com a impressa
·
Mídias Sociais
·
Marketing
Fornecedores:
·
Gestão de Fornecedores
·
Treinamentos
oferecidos pelos fornecedores
Comunidade e Sociedade:
·
Relacionamento
com a Comunidade
·
Relacionamento
com a Sociedade
·
Benefícios e
Impactos da empresa para a Comunidade
·
Benefícios e
Impactos da empresa para a Sociedade
Para iniciarmos a análise precisamos
encontrar os recursos de análise, separando por processos até definir como o
sistema está posicionado. Por exemplo, análise de Pessoas, recurso primordial
para empresa, quais os referenciais que serão utilizados? Quais os indicadores
que serão criados? Qual o envolvimento deste recurso nos demais recursos da
empresa?
Determina-se então padrões para os
ambientes interno e externo e o monitoramento destes ambientes definem como a
empresa estará preparada para o mercado. Estes padrões estarão definidos em
procedimentos, rotinas de trabalho e planos de ação. A partir dos resultados obtidos
serão realizadas estratégias que consigam melhorar os pontos fortes, corrigir
os pontos fracos, conquistar as oportunidades e evitar as ameaças.
Referências:
MONTANA,
Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração. 2ªed. São Paulo: Saraiva, 2005
OLIVEIRA,
Djalma de P. R. Planejamento Estratégico – Conceitos, Metodologias e Práticas.
São Paulo: Atlas, 2004.
PORTER,
Michael. Estratégia Competitiva – Técnicas para Análise de Indústrias e da
Concorrência. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
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